terça-feira, 6 de julho de 2010
Nao faz Sentido
sexta-feira, 2 de julho de 2010
15 coisas que NUNCA deve fala para uma mulher
15- Nunca pergunte a uma mulher “O que você fez com o seu cabelo?”.
Se perguntou porque não gostou do cabelo…já era… preste atenção da próxima vez.
14- Nunca pergunte a uma mulher porque ela não está casada
Você está chamando ela de “encalhada” e afirmando que ela ficou para “titia”. Prepare-se para levar um olhar mortal de raiva!
13- Nunca diga a uma mulher que ela está sendo “irracional” ou “emotiva”.
Homens não entendem sentimentos, por isso quando dizem isso para gente, estão nos chamando de louca.. quase psicopata. Cuidado … você pode pagar muito caro por isso…
12- Se você tem uma amiga bonita, nunca diga quanto ela é sexy na frente de sua namorada
Você pode dizer no máximo que ela é bonitinha … na verdade nem isso…
11- Nunca pergunte a uma mulher se pode beijá-la
Se o clima estiver rolando, vá até ela e beije.
10- Nunca diga a uma mulher que “você não é uma dessas feministas, não é!?”
Ela pode até não concordar com o feminismo ultra-radical, mas você ofendeu a categoria. Vai ter que dormir no sofá!
9- Nunca diga a uma mulher que ela fica bonita quando está com raiva
Não ficamos bonitas quando estamos com raiva. Sabemos disso. E você ainda tem coragem de tirar onda … seu …
8- Nunca diga a uma mulher “esse não é o jeito que minha ex-namorada fazia isso ou aquilo”
Vaza! Pode ir embora! Hasta la vista baby!
7- Nunca pergunte quantos anos uma mulher tem
Todo mundo sabe que é falta de educação! Principalmente se a mulher for visivelmente mais velha que você!
6- Nunca diga a uma mulher “você fala como minha mãe”
Significado oculto dessa frase: Você é velha! Vive me chamando atenção!
5- Nunca peça para uma mulher sorrir, achando que ela está séria por ter um mau dia
Não mexa com quem está quieta! Se estamos emburradas, existe um motivo racional para isso!
4- Nunca diga a uma mulher “você tem certeza que você vai comer isso?”
Mensagem oculta: Você está uma baleia! E ainda tem coragem de comer tudo isso?
Resultado: ódio mortal de você
3- Nunca chame uma mulher de “vadia”. Mesmo que tenha certeza disso.
Se prepare para briga!
2- Nunca pergunte a uma mulher para quando é o bebê
Ao menos que ela esteja indiscutivelmente grávida, você estará chamando ela de baleia. Veja item 4.
1- Nunca diga “Está estressada é? tá de TPM?”
Não..nunca diga isso… porque se disser …
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Dicionário Goianês
Deixa eu te falar – Com a variação Ow, deixa eu te falar. Introdução goiana para um assunto sério. Nunca, mas nunca mesmo, chegue para um Goiano falando diretamente o que você tem que falar. Primeiro você tem que dizer ow, deixa eu te falar, para prepará-lo para o assunto. Em Goiás você precisa seguir o ritual de uma conversação. Ex.: “E aí, bão? E o Goiás, hein? Perdeu! Tem base? É por isso que eu torço pro Vila. Oww, deixa eu te falar, lembra aquele negócio que eu te pedi…” A forma abreviada é te falar.
Deixa eu te perguntar – A mesma coisa que deixa eu te falar, mas usado, obviamente, quando você vai perguntar algo.
Chega dói – Chega a doer. Ex.: Deixa eu te falar, essa luz é tão forte que chega dói a vista. Na verdade essa forma pode ser usada com quaisquer outros verbos combinados com o verbo “chegar”. Ex.: chega arranha, chega machuca, chega engasga.
Chega doeu – Chegou a doer, ou seja, o passado de chega dói. Muita gente não entendeu o porquê desse verbete no passado se já se usou o verbete no presente; afinal tratar-se-ia de conjugação verbal simples, não é mesmo? Mas a fato é que quando existe uma conjunção verbal, é o verbo auxiliar (chegar) que determina o tempo da conjunção. No Goianês é diferente. É o verbo principal que é conjugado.
Uai – Palavra que normalmente não tem sentido, mais ou menos como o tchê do gaúcho. Usado normalmente em respostas. Ex.: Pergunta: Goiano, você vai à festa hoje?; Resposta: Uai, vou!. Dá impressão que o uai é parecido com o ué usado em outras regiões. Mas o ué muitas vezes é usado no caso de a pessoa achar a pergunta estranha.
Encabulado – Impressionado. Ex.: Estou encabulado que você nunca tenha ouvido alguém falar ‘chega dói’ antes.
Bão ? – Goianês para “Tudo bem?” Também é usada a forma bããããão?
Tá boa ? – Goianês para “Tudo bem?” usado para mulheres. Em outras regiões do Brasil seria interpretado de outra forma…
Bão mesmo ? – É comum usar o “mesmo?” depois de coisas como “e aí, tá bom/bão”, como se pedisse uma confirmação de que a pessoa tá bem e não apenas fingindo que está bem.
Piqui – Pequi, fruto típico de Goiás, bastante usado na culinária Goiana.
Mais – substituto goiano da conjunção “E”. Ex.: Eu mais fulano estamos no Goiás.
No Goiás – Em Goiás.
Na Goiânia – Em Goiânia.
Pit Dog – Uma espécie de filho bastardo de uma lanchonete com uma barraquinha de cachorro-quente. Apesar desse nome estranho, os sanduíches são muito bons!
Queijim – Rotatória.
Tem base ? – Expressão tão goiana que existe até em slogan impresso em bandeiras e camisetas exaltando o estado: “Sou goiano. Tem base?”. Pode ser traduzido como “Pode uma coisa dessas?”, só que usado com muito mais frequência.
Mandruvá – Mandorová.
Coró – mesmo que mandruvá.
Dar rata – Algo como cometer uma gafe.
Calçada – Pode significar: 1. Lugar para estacionar carros; 2. Local onde se colocam as mesas dos botecos e restaurantes. Note que não existe em Goiás calçada no sentido de lugar para pedestre, pois não sobra espaço para pedestres entre os carros e as mesas.
Anêim – Algo que parece ter vindo de “Ah, não!”, que virou “Ah, nem!” Mas às vezes é simplesmente usado na frase com um sentido de desagrado. Quando vejo escrito por aí, vejo o povo escrevendo “anein”, “aneim”, “anêim” e outras variantes. Ex.: se eu ia viajar com a turma e de repente não posso mais, alguém exclama: “Anêeeim ! Que pena!”
Árvre – Árvore (isso me lembra “As árvres somos nozes“)
Arvrinha – Árvore pequena.
Arvrona – Árvore grande.
Madurar – Amadurecer.
Corguim – Lê-se córrr-guim. Diminutivo de corgo.
Corgo – Lê-se córrr-go. Córrego.
Quando é fé – Algo como de repente, ou até que. Ex.: “Estava no consultório do dentista, ouvindo aquele barulhinho de broca, e quando é fé sai um menininho chorando de lá.”
Num dô conta – Pode ser traduzido como Não consigo, Não sei, não quero, não gosto, etc. No resto do país, não dar conta é usado mais no sentido de “não aguentar”. Por exemplo: Não dei conta do recado, ou Não dou conta de comer isso tudo sozinho. Já aqui em Goiás é usado para quase tudo. Ex.: Num dô conta de falar inglês (“não sei falar inglês”); Num dô conta de continuar em Goiânia nas férias (“Não quero/não aguento continuar em Goiânia nas férias); Num dô conta de imprimir usando esse programa (“não sei imprimir usando esse programa”).
De sal – Salgado. Ex.: Pamonha de Sal. (Eu jurava que era de milho… dãã)
De doce – Se “de sal” é salgado, então “de açúcar” é doce, certo? Errado! Em Goiás as coisas não são doces, elas são de doce.
Caçar - Procurar. Goiano não procura, goiano caça. Ex.: “Estive te caçando o dia inteiro”. “Não sei onde está, mas vou caçar esse papel para você.”
Trem – Qualquer coisa pode ser chamada de trem, inclusive um trem. Ex.: “Ôôô trem bão!” (ô, coisa boa!) Já ouvi até mesmo a seguinte declaração de amor: “Te amo, Trem!”.
Demais da conta – Em Goiás, deve-se evitar utilizar a palavra “demais” isolada. A forma correta é “demais da conta”. Ex.: “Gosto disso demais da conta!”. “Conheço a região demais da conta!”
Custoso – Teimoso. Também ouço como se fosse algo que dê trabalho. “Esse moleque é custoso demais da conta!”
Barriga-verde – Barriga-verde é um novato, alguém que ainda está “cru” numa determinada coisa. Nada a ver com os Catarinenses…
Disco – Um tipo de salgado frito.
Voadeira – Voadora (o golpe, agressão).
Ou quá ? – Algo como “ou o quê?”. Ex.: “Você vai sair com a gente ou quá?”





